Enviado por webmasterem 04/03/2010 21:37:50 (21 leituras)
Achar um proxy que preste é coisa rara hoje em dia. Ou você monta um no seu PC de casa, o que consome energia e deprecia o equipamento, ou procura um gratuito na net, o que, apesar de existir, não é assim tão fácil encontrar.
Mas há uma terceira alternativa, que é usar sua conta no Google para configurar um servidor de proxy que usa a Engine Google Apps, e assim poder usar a net anonimamente e "furar" os bloqueios a determinados sites geralmente existentes no PC do trabalho.
A dica é simples, não requer nenhum conhecimento avançado, e pode ser providenciada em menos de 5 minutos.
Enviado por webmasterem 04/03/2010 21:25:42 (13 leituras)
Se você usa o mesmo notebook em casa, no trabalho e quando está móvel, sabe da chateação que é ter que ficar mudando a configuração de rede do computador.
É aí onde entra o NetSetMan, um freeware que armazena até cinco configurações de redes diferentes, e tudo o que tem que ser feito é escolher a desejada e clicar em Activate que toda a "mágica" é feita rapidamente nos bastidores.
Nada de ter que decorar ou anotar em algum lugar aqueles números malucos de SMTP, DNS, configurações de impressoras e redes sem fio...
Enviado por webmasterem 01/03/2010 21:08:24 (24 leituras)
Apesar do desastre que devastou o Chile e ceifou centenas de vidas, confesso que fiquei curioso sábado passado quando vi que um possível tsunami estava a caminho de ilhas do Pacífico, inclusive o Havaí.
Como tinha um casamento para ir naquela noite, deixei para buscar informações no dia seguinte sobre outra possível catástrofe que (felizmente) acabou revelando ser uma "marolinha".
Depois de googlear uma meia dúzia de vezes, encontro o excelente blog da Lucia Malla, viajante inveterada que estava no Havaí na ocasião e registrou toda a expectativa do local em um texto bem detalhado e também em fotos, como pode ser visto na imagem acima, que mostra as fases do "tsunami marolinha" que chegou por lá.
Enviado por webmasterem 28/02/2010 09:16:33 (59 leituras)
Quando li sobre o Lyrics Training , lembranças do final da década de 80, início da de 90, vieram à tona.
Foi o período em que eu fazia cursinho de inglês, e, diferentemente de alguns dos meus colegas de curso, consegui absorver bem o idioma, até mesmo 15 anos depois, quando obtive um certificado de proficiência pela University of London.
Algumas pessoas dizem que foi porque eu gosto da língua, outras dizem que tenho facilidade para ela, e por aí vai, mas credito o fato de eu escrever, falar e entender perfeitamente o inglês à duas coisas:
1) Leitura... Muita leitura... Leitura é o fator primordial para escrever e saber se expressar bem em qualquer idioma, inclusive o nosso bom e velho português. Não estou falando obrigatoriamente de leitura clássica, tipo Shakespeare ou Machado de Assis, mas de qualquer gênero que você goste de ler, de Harry Potter até os pocket books de Star Trek. Livros abrem a mente do indivíduo de uma forma sem comparação com outras. É um processo lento, mas mais eficiente não existe.
2) Música... Isso mesmo, música. Na época dos meus estudos só comprava discos de música que vinham com a letra no encarte (não havia a Internet como conhecemos hoje), e costumava colocar a música nas alturas, pegar a letra e cantar junto. Isso foi essencial para que eu "soltasse a língua" e aprendesse a pensar em inglês, sem ter que traduzir de e para o português antes de falar.
Estamos em 2010, e com a facilidade advinda da Internet, temos o Lyrics Training , uma ferramenta gratuita que contém um banco de dados de vários clips musicais em inglês, espanhol, francês, italiano, alemão e holandês. É só escolher música, assim como o nível de iniciante, intermediário ou expert. Quando o vídeo começar a passar, a letra irá aparecer no rodapé com algumas palavras faltando, e seu objetivo é cantar a música.
Se você se embananar, o vídeo para de passar até que você descubra a palavra que falta, mas não demore muito pois a aplicação faz um registro de quanto tempo você leva para acertar as palavras faltantes. Caso não tenha mesmo jeito, é só clicar em Give Up para que seja apresentada a palavra que falta.
É claro que o site não vai tornar você fluente em algum idioma, mas é uma excelente forma de aperfeicoar o que você já sabe, isso sem falar que é muito divertido.
O site é gratuito e não exige cadastro, mas se você criar uma conta, dá para armazenar o resultado dos seus esforços.
Enviado por webmasterem 23/02/2010 08:14:21 (14 leituras)
Preste atenção nesse pequeno chip da foto acima. É chamado TI WiLink 7.0 e estará em breve trazendo aos novos celulares funcionalidades como WiFi, Bluetooth, GPS e ainda um trasmissor de FM.
Pode não parecer novidade, mas esse é o primeiro microchip que, sozinho, oferece todas essas funcionalidades.
A questão que fica é: em quanto tempo um único dispositivo desse tamanho irá bastar para fornecer todos os recursos disponíveis em um celular top de linha?
Do jeito que a coisa vai, acho que o céu é o limite.
Enviado por webmasterem 09/02/2010 09:57:37 (21 leituras)
No Consulta Remédios basta digitar o nome do remédio, nome da substância ativa ou "nome fantasia" que você terá os genéricos e os similares de todas as marcas, com os respectivos preços em todo o Território Nacional.
Os preços variam absurdamente de acordo com o laboratório.
Em tempo: Nunca compre medicamentos sem consultar o seu médico antes. O objetivo do site é mostrar os diferentes preços para os medicamentos receitados pelo médico.
Enviado por webmasterem 09/02/2010 09:19:20 (61 leituras)
Temos que admitir que o Google Maps é uma verdadeira mão-na-roda quando se trata de acessar mapas do planeta inteiro e criar trajetos de um ponto A até um ponto B.
Só que nesses anos todos de existência, o Google manteve limitadas as opções de captura de mapas, não sei propositalmente ou não, e devido a isso, quando se precisa capturar um determinado mapa para colocar em uma apresentação Powerpoint, tem-se que recorrer à boa e velha captura de tela (PrtScn).
Só que com o advento do Google Map Buddy as coisas mudaram de figura.
É um freeware que permite a captura de qualquer parte de um mapa gerado pelo serviço do Google, e você pode selecionar exatamente o que precisa, nível de zoom e customizar o resultado final.
Em outras palavras: é uma excelente ferramenta para capturar os mapas para acesso posterior de forma offline a partir do disco rígido.
Enviado por webmasterem 09/02/2010 08:39:54 (46 leituras)
Para mim, rabugento como sou, isso é mais um exemplo do consumismo desenfreado fazendo a cabeça das pessoas.
Saiu no Bom Dia Brasil uma matéria sobre uma cidade do interior de MG que não tem cobertura de sinal de celular, mas quase todos os moradores possuem um aparelho.
Enviado por webmasterem 09/02/2010 08:10:49 (52 leituras)
Lá pelo longínquo ano de 2007 falei aqui sobre o UltraDefrag, uma ferramenta gratuita de interface espartana, no entanto bastante leve, para defragmentação de volumes de discos.
O tempo passou e o UltraDefrag evoluiu, chegando até a versão 4.0, com suporte ao Windows 7 tanto nos sabores x86 como x64.
Um dos recursos mais interessantes que achei foi a possibilidade de defragmentar arquivos que estão geralmente sob controle do sistema, como pagefile.sys, arquivo de paginação do Windows.
É free, e tem também uma versão portátil que pode ser baixada aqui.
Enviado por webmasterem 20/01/2010 10:06:41 (33 leituras)
Reforma concluída = home office reativado = retorno do "lixo" às suas atividades;
Vamos começar o ano falando de segurança.
Quem gosta de segurança da informação, sabe que "hackeamento" de DNS existe desde o início dos tempos, só que nunca ficou tão em evidência até os recentes ataques ao Twitter, Baidu (serviço de busca bastante popular na China), e o sucesso do Projeto Golden Shield (eles, os chineses, de novo).
De forma bem simplista, o DNS atual é incrívelmente inseguro se comparado com as soluções utilizadas em infraestruturas corporativas.
Com o conhecimento e as ferramentas certas, é possível redirecionar tráfego de sites populares para um servidor underground.
Sendo assim, a pergunta que fica é: para que ter o trabalho de invadir uma rede corporativa fortemente criptografada quando pode-se simplesmente "envenenar" um servidor de DNS.
A boa notícia é que essa "farra" dos hackers está com os dias contados graças ao advento do DNSSEC.
A partir daí, espera-se que as camadas menores do serviço de DNS passem a adotar os novos protocolos de segurança, que em essência adicionam uma nova camada de criptografia e verificação em todas as mudanças feitas nos registros de DNS. Quando o cliente solicita o endereço IP de uma URL, chaves de criptografia são trocadas e o resultado é verificado.
Em teoria, diz-se que o custo para isso será uma pequena redução da performance do sistema, mas nada que consiga ser notado por olhos humanos.